sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Misread!



Ora bem a trabalhar para terminar algo que já devia estar pronto e mais que pronto, mas não consigo fazer as coisas pela metade e então parece que nunca mais acabo isto :) mas quando acabar vai ficar fabuloso, mas mesmo assim decidi partilhar esta música e letra que acho fantástica :) pois está a servir-me de banda sonora neste momento, até acho que já exagerei, estou a ouvi-la em loop há bastante tempo.














If you wanna be my friend
You want us to get along
Please do not expect me to
Wrap it up and keep it there
The observation I am doing could
Easily be understood
As cynical demeanour
But one of us misread...
And what do you know
It happened again


A friend is not a means
You utilize to get somewhere
Somehow I didn't notice
friendship is an end
What do you know
It happened again


How come no-one told me
All throughout history
The loneliest people
Were the ones who always spoke the truth
The ones who made a difference
By withstanding the indifference
I guess it's up to me now
Should I take that risk or just smile?


What do you know
It happened again
What do you know

"Kings Of Convenience - Misread"

terça-feira, 9 de novembro de 2010

A Vida depois da Vida!

Quando morreu, no século XIX, Victor Hugo arrastou nada menos que dois milhões de acompanhantes no seu cortejo fúnebre, em Paris. Lutador das causas sociais, defensor dos oprimidos, divulgador do ensino e da educação, o genial literato deixou textos inéditos que, por sua vontade, somente foram publicados após a sua morte.


Um deles fala exactamente do homem e da imortalidade e traduz-se mais ou menos nas seguintes palavras: 
















A morte não é o fim de tudo.
Ela não é senão o fim de uma coisa e o começo de outra.
Na morte o homem acaba, e a alma começa.
Que digam esses que atravessam a hora fúnebre, a última alegria, a primeira do luto.
Digam se não é verdade que ainda há ali alguém, e que não acabou tudo?
Eu sou uma alma.
Bem sinto que o que darei ao túmulo não é o meu eu, o meu ser.
O que constitui o meu eu, irá além.
O homem é um prisioneiro.
O prisioneiro escala penosamente os muros da sua masmorra, coloca o pé em todas as saliências e sobe até ao respiradouro.
Aí, olha, distingue ao longe a campina, aspira o ar livre, vê a luz. Assim é o homem.
O prisioneiro não duvida que encontrará a claridade do dia, a liberdade.
Como pode o homem duvidar se vai encontrar a eternidade à sua saída?
Por que não possuirá ele um corpo subtil, etéreo, de que o nosso corpo humano não pode ser senão um esboço grosseiro?
A alma tem sede do absoluto e o absoluto não é deste mundo.
É por demais pesado para esta Terra.
O mundo luminoso é o mundo invisível.
O mundo do luminoso é o que não vemos.
Os nossos olhos carnais só vêem a noite.
A morte é uma mudança de vestimenta.
A alma, que estava vestida de sombra, vai ser vestida de luz.
Na morte o homem fica sendo imortal.
A vida é o poder que tem o corpo de manter a alma sobre a Terra, pelo peso que faz nela.
A morte é uma continuação. Para além das sombras, estende-se o brilho da eternidade.
As almas passam de uma esfera para outra, tornam-se cada vez mais luz, aproximam-se cada vez mais e mais de Deus.
O ponto de reunião é no infinito.
Aquele que dorme e desperta, desperta e vê que é homem.
Aquele que é vivo e morre, desperta e vê que é Espírito.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Meet Me On The Equinox!
























Meet me on the Equinox
Meet me half way
When the sun is perched at it's highest peek
In the middle of the day

Let me give my love to you
Let me take your hand
As we walk in the dimming light
Oh darling understand

That everything, everything ends
That everything, everything ends

Meet me on your best behavior
Meet me at your worst
For there will be no stone unturned
Or bubble left to burst

Let me lay beside you, Darling
Let me be your man
And let our bodies intertwine
But always understand

That everything, everything ends
That everything, everything ends
That everything, everything, everything ends

A window
An opened tomb
The sun crawls
Across your bedroom
A halo
A waiting room
Your last breaths
Moving through you

As everything, everything ends
As everything, everything ends
As everything, everything, everything
Everything, everything, everything ends

Meet me on the Equinox
Meet me half way
When the sun is perched at it's highest peek
In the middle of the day

Let me give my love to you
Let me take your hand
As we walk in the dimming light
Oh darling understand

That everything, everything ends

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Razão de Viver?!

Com esta banda sonora, vamos ver o que escreve o meu coração.
A felicidade é algo que nos preenche o coração e também a alma. Aquilo que o coração sente, nem sempre é reconhecido pela mente.
O amor que temos por alguém pode ser oferecido de várias formas, formas essas que por vezes não são sequer reconhecidas!
Mas o importante é o que está dentro do nosso coração, o famoso amor incondicional (de que não me canso de falar) é isso mesmo, conseguir amar alguém sempre e para sempre, sem a necessidade de uma vida em conjunto, de partilha de vida, por vezes o destino assim o deseja, respeitemos o que ele nos reserva e aguardemos, porque as surpresas aparecem de qualquer lado e em qualquer altura. Amor Incondicional é amar alguém sem esperar nada em troca. Não é fácil, mas o amor não vai embora, não se modifica por isso. Como humanos que somos, crescemos rodeados de contos de fadas e do "viveram felizes para sempre" e nem sempre isso acontece ou é possível, mas obriga-nos a desistir do amor? Não! Claro que não, o amor que temos para dar é nosso e doamos a quem quisermos e como quisermos. Quando conseguimos conciliar as duas coisas, é fantástico, é a sensação mais maravilhosa do mundo! Partilhar a nossa vida com alguém que amamos e que nos ama na mesma proporção. Mas, quando isso não é possível, amemos na mesma, demos o nosso amor! Nunca desistam do amor, porque ele nunca desiste de nós!
Sejamos felizes com o sentimento de amor que temos dentro de nós! Amem de verdade e com verdade e pode ser que um dia o Universo vos traga aquilo que trouxe para mim, o poder partilhar a vida com alguém que me ama...não sei se na mesma proporção, mas isso não importa, o que importa é o que o amor nos dá todos os dias a toda a hora!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Partilha!


Cheguei a este texto através de uma pessoa amiga e achei que devia partilhar aqui neste meu cantinho! Espero que gostem tanto como eu.

Já perdoei erros quase imperdoáveis
Tentei substituir pessoas insubstituíveis
E esquecer pessoas inesquecíveis

Já fiz coisas por impulso
Já me desiludi com pessoas
Que nunca imaginei que me desiludiriam
Mas também desiludi alguém

Já abracei para proteger
Já ri quando não devia
Fiz amigos eternos
E amigos que nunca mais vi

Amei e fui amado
Mas também fui rejeitado
Fui amado e não amei

Já gritei e saltei de tanta felicidade
Já vivi de amor e fiz promessas eternas
Mas também me magoei muitas vezes

Já telefonei só para ouvir uma voz
E apaixonei-me por um sorriso
Já pensei que fosse morrer de tanta saudade
Tive medo de perder alguém especial (e acabei por perder)

Mas vivi!

E ainda vivo!
Não passo pela vida
E também tu não deverias passar!

Bom é lutar com determinação
Abraçar a vida com paixão
Perder com classe
E vencer com ousadia
Porque o mundo pertence a quem se atreve
E a vida é muito para ser insignificante.

Vive!

Autor: Augusto Branco (versão em português europeu)
Publicado em livro (c) 2010 Augusto Branco/BOOKSMILE

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Para hoje!

Hoje é o que tenho para oferecer!


"sweet disposition
never too soon
oh reckless abandon
like no one's
watching you

a moment, a love
a dream, a laugh
a kiss, a cry
our rights, our wrongs
a moment, a love
a dream, a laugh
a moment, a love
a dream, a laugh

just stay there
cause i'll be comin over
and while our bloods still young
it's so young
it runs
and we won't stop til it's over
won't stop to surrender

songs of desperation
I played them for you
a moment, a love
a dream, a laugh
a kiss, a cry
our rights, our wrongs
a moment, a love
a dream, a laugh
a moment, a love
a dream, a laugh

just stay there
cause i'll be comin over
and while our bloods still young
it's so young
it runs
and we won't stop til it's over
won't stop to surrender

a moment, a love
a dream, a laugh
a kiss, a cry
our rights, our wrongs (won't stop til it's over)
a moment, a love
a dream, a laugh
a kiss, a cry
our rights, our wrongs(won't stop til it's over)
a moment, a love
a dream, a laugh
a kiss, a cry
our rights, our wrongs (won't stop til it's over)
a moment, a love
a dream, a laugh
a moment, a love
a moment, a love (won't stop to surrender)"

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Palavras!

Costumamos usar as palavras levianamente, sem pensar muito bem no peso que elas têm. Temos por hábito dizer que perdemos alguém, mas nunca perdemos, porque na realidade nada temos, ninguém é nosso, apenas convivem connosco. Ainda há dias tive uma conversa que me levou a pensar nisto, quando me perguntaram se tinha perdido alguém, ao que respondi que tinha perdido praticamente toda a gente, mas a resposta não era bem esta, deveria ter sido, ninguém perdi, porque ninguém pertence a ninguém. Apenas vivemos lado a lado e mesmo assim por vezes acaba-se por perceber que nem isso existe.
Ou seja, as palavras neste caso, foram mal empregues, porque não eram as correctas.
Quantas vezes dizemos coisas sem pensar nas consequências das mesmas?
Não são só os actos que têm repercussões, as palavras também têm e provavelmente muito mais que algum acto que possamos ter que seja menos correcto. Pela minha experiência, as palavras afectam muito mais as pessoas que propriamente os actos, sejam elas palavras de afecto ou alento ou palavras desagradáveis.
Sabe tão bem ouvir palavras boas de alento e afecto, não sabe? Então porque é que não o fazemos com mais frequência? Porque é que nos custa tanto elogiar as pessoas? Ou apenas dizer que se gosta de alguém? Somos um bicho estranho, nós os humanos! Gostamos de receber, mas muitas vezes esquecemo-nos de dar! Vamos aprender a dar. Dar é muito mais gratificante que receber. Quando conseguirem sentir  alegria plena de dar, vão perceber o porquê de ser tão bom.
E não precisam ser coisas materiais, dêem actos, palavras. Vão fazer alguém muito mais feliz de certeza!