“Quando você quer alguma coisa, todo o Universo conspira para que você realize seu desejo." - do livro O Alquimista de Paulo Coelho
Hoje escrevo após ter relembrado esta frase, é algo em que acredito profundamente, mas temos sempre de ter atenção que só isto não chega! Pois é, se somente isto fosse o suficiente estaríamos a ter vários problemas, porque há sempre várias pessoas a quererem a mesma coisa, concordam? Então, quando isso acontece porque razão umas recebem e outras não? Será que o Universo tem alguma fórmula?
Alguma maneira de controlar os pedidos?
Será por ordem de chegada?
Bem, aquilo que penso e em que acredito é que algo só nos será concedido se a nossa intenção ao pedir for pura, sincera e de coração. Se o pedido que fazemos não for prejudicar alguém. Se os nossos sentimentos não forem de vingança. Deveríamos viver em harmonia, em paz, essencialmente connosco, também com os outros, mas nós somos mais importantes, se nós conseguirmos essa harmonia, essa paz em nós, conseguiremos transmitir isso aos outros e atrairemos para nós outras pessoas que estejam a vibrar nessa mesma sintonia.
Ainda estou em crescimento, sou ainda uma miúda, tenho muita coisa para aprender, a minha alma já sabe muita coisa, é antiga, mas ainda não conseguiu passar-me toda a informação.
A cada dia que passa me sinto mais eu, sinto-me mais completa e feliz. Isso tem uma razão de ser, pois a cada dia que passa sinto que estou a fazer diferença, que estou a conseguir atingir o meu principal objectivo, que é ser feliz e se pelo caminho conseguir fazer algumas pessoas felizes, mostrando que a felicidade pode aparecer de várias formas, tanto melhor. Não é o tamanho das coisas ou o valor material que faz com que sejam mais importantes ou tenham mais significado, por vezes a embalagem esconde coisas fabulosas, pessoas fantásticas, deveríamos ser capazes de ver para além das aparências físicas, ir mais além, somos nós que damos valor ao que nos rodeia, somos nós que dizemos se tem muito ou pouco valor, não depende de mais ninguém, mas podemos ser influenciados pelas opiniões dos outros, do que os outros gostam, do que os outros dão valor. Nah!! Já não faço isso, se não gostam, tenho muita pena, mas neste momento é muito mais importante ser fiel a mim própria!
Este post acaba por ser uma miscelânia de pensamentos, mas não havia necessidade de fazer posts separados.
Por vezes acontecem-nos coisas que nos fazem repensar e analisar a nossa vida e fazermos um balanço do que andamos por aqui a fazer, tipo um "reallity check". Isto acontece normalmente para acordarmos para a vida e percebermos que esta vida é demasiado curta para futilidades, parvoíces, blá, blá, blá...se nos servir de alguma coisa, óptimo!! Pelo menos teremos aprendido alguma coisa.
Há muita coisa que nos acontece que nos deita para baixo, que nos faz ter vontade de fugir e desaparecer da face da Terra, ir para longe, para um sítio onde ninguém nos pudesse encontrar. Há muita coisa boa e muita coisa menos boa no mundo.
Há muitas pessoas que nos fazem falta e que quando as perdemos sentimos um vazio enorme cá dentro, mas temos de pensar que se já não estão ao nosso lado, é porque o caminho deles aqui terminou, já sei que estarão a pensar que falar é fácil e que mais difícil é conseguir pensar assim, eu sei, não mandamos no coração, nem conseguimos controlar a dor, não é fácil olhar para uma mesa e ver que o lugar que lhe pertencia está vazio, custa entrar em determinados sítios e sentir a falta. Eu sei de tudo isso, há pessoas que passam na nossa vida e quando já lá não estão, não nos faz falta, mas outras há, que nos fazem muita falta. A saudade é grande, a tristeza é grande, a dor ainda maior. Podia dizer que conseguimos ultrapassar isso com facilidade, mas não é verdade. Vai doer durante muito tempo, a saudade vai bater durante muito tempo, a memória não vai esquecer.
Mas querem saber o que faço quando estas coisas me passam pela cabeça? Tento transformar esses pensamentos e sentimentos, pensando nas coisas boas que ficaram na memória, nas gargalhadas que dei enquanto estavam comigo, isso que nunca nos deixa. Não é a altura da partida que deve ser lembrada, mas a vida que foi levada e que deve ser celebrada.
Para vocês do fundo do coração!
Há muita coisa que nos acontece que nos deita para baixo, que nos faz ter vontade de fugir e desaparecer da face da Terra, ir para longe, para um sítio onde ninguém nos pudesse encontrar. Há muita coisa boa e muita coisa menos boa no mundo.
Há muitas pessoas que nos fazem falta e que quando as perdemos sentimos um vazio enorme cá dentro, mas temos de pensar que se já não estão ao nosso lado, é porque o caminho deles aqui terminou, já sei que estarão a pensar que falar é fácil e que mais difícil é conseguir pensar assim, eu sei, não mandamos no coração, nem conseguimos controlar a dor, não é fácil olhar para uma mesa e ver que o lugar que lhe pertencia está vazio, custa entrar em determinados sítios e sentir a falta. Eu sei de tudo isso, há pessoas que passam na nossa vida e quando já lá não estão, não nos faz falta, mas outras há, que nos fazem muita falta. A saudade é grande, a tristeza é grande, a dor ainda maior. Podia dizer que conseguimos ultrapassar isso com facilidade, mas não é verdade. Vai doer durante muito tempo, a saudade vai bater durante muito tempo, a memória não vai esquecer.
Mas querem saber o que faço quando estas coisas me passam pela cabeça? Tento transformar esses pensamentos e sentimentos, pensando nas coisas boas que ficaram na memória, nas gargalhadas que dei enquanto estavam comigo, isso que nunca nos deixa. Não é a altura da partida que deve ser lembrada, mas a vida que foi levada e que deve ser celebrada.
Para vocês do fundo do coração!

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